As vezes essa droga de tristeza, entra pela fresta do meu pensamento.
Nasce uma agonia no meu peito, e eu fico assim, triste sem saber porque,
o tempo parece que corre ao meu redor.
E eu sinto saudades, sinto falta do que não tive, sinto uma vontade imensa,
de percorrer novos caminhos, de andar sem destino,de fazer festa e brincar,
de gargalhar bem alto, de fazer coisas que ainda não fiz.
Dá uma vontade imensa, de encontrar,o que não tive, de viver o hoje.
As grandes emoções que eu não vivi,e que brinco de ser feliz.
Que pego as minhas migalhas, e faço delas meu tesouros, e a trasformo em ternura.
E faço quadros perfeitos, e rimo rimas ao vento, tudo se vai em vão.
Porque eu quero é mais, e eu que nasci para festa e brincadeira, para gargalhar de alegria,
para ser mais que remanescente.
Da criação que tive,essa dor tem que nascer para eu me conscientizar.
Que já não me bastam migalhas, que eu não nasci pra me esconder das trovoadas.
E o tempo já não é mais de espera, ele é de buscar e eu não devo me entregar
ao sonho, preciso armar meus pensamento.
Para usar, buscar, encontrar, não deixe essa tristeza entrar, para que na saida
ela deixe a luz entrar, na consciência que já não é mais tempo dela, é tempo de
encontros, de mudanças de soluções.
E as minhas desputa contra o tempo devem se intensificar, se aprimorar também
em lutar por mim mesma.
Em lembrar de mim eu, eu quero é risos, eu quero é não viver de enganos.
Deixar de deixar pra depois, de deixar o tempo passar, eu quero é agora
porque agora é a hora, é o presente, maior presente é a hora de viver feliz...
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